DRG Brasil será patrocinador da Convenção Nacional Unimed 2017

 

 

Participantes do evento que visitarem o stand do DRG Brasil poderão conhecer a mudança do modelo assistencial e remuneratório hospitalar, já adotada por uma centena de Singulares, pelas Federações RS e Minas e por nove Serviços Próprios do Sistema Unimed.

 

Além disso, ao preencher um cupom, os visitantes irão concorrer a uma bolsa integral de pós-graduação a distância em DRG e a um tablet Samsung Galaxy.

 

Clique aqui para fazer o download do Regulamento do Sorteio.

 

A Convenção Nacional Unimed acontecerá dos dias 3 a 6 de outubro de 2017 no Mabu Thermas Grand Resort – Foz do Iguaçu (PR).

 

Em 2017, o evento comemorará os 50 anos de fundação do Sistema, com o tema “Sistema Unimed, 50 anos de desafios: passado, presente, futuro”.

 

 

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área restrita reúne sistemas e aplicativos da ANS

 

 

Nesta quarta-feira, 20/09, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) inicia o processo de disponibilização dos sistemas  da Agência no Portal Operadoras. Com isso, a nova área restrita às operadoras de planos de saúde, criada em maio deste ano, passa a viabilizar o acesso aos seguintes sistemas:

  • DIOPS Consulta
  • DIOPS FCM
  • DIOPS DOC
  • GEAR
  • RPS Web
  • SAGA
  • SIB Web
  • SIP XML

Além de reunir no mesmo ambiente todos os sistemas usados para a troca de informações entre a ANS e as operadoras, o Portal Operadoras torna mais célere e seguro o acesso a tais ferramentas. É importante ressaltar que o acesso à área restrita exige a utilização de logins e senhas específicos para cada usuário, conferindo maior rigor nos processos efetuados por colaboradores autorizados das empresas.

Esta primeira fase  ocorre quatro meses após a realização de testes e monitoramento do cadastro de usuários. Os demais sistemas serão disponibilizados gradativamente, sendo as datas comunicadas previamente.

A ANS destaca que, ao serem disponibilizados no Portal Operadoras, os sistemas não estarão mais disponíveis em áreas fora deste ambiente. Assim, a operadora que não tenha efetuado o cadastramento de seu Representante Legal e dos demais usuários dos sistemas precisará realizá-lo, de forma a garantir o acesso aos sistemas listados acima.

Também está disponibilizado no Portal Operadoras o aplicativo SISCOSEN, que permite ao Representante Legal ou ao seu Administrador o cadastro ou a troca das senhas utilizadas atualmente nos sistemas (“SENHATXT”), não sendo mais necessário o envio de ofício para solicitação de nova senha. As senhas geradas pelo SISCOSEN somente valerão para os sistemas enquanto estes não forem migrados para o Portal Operadoras.

Para saber como se cadastrar e utilizar corretamente a área, acesse o Manual do Usuário do Portal Operadoras, ou veja os tutoriais abaixo:

Primeiro acesso do Representante Legal ao Portal Operadoras
Segundo acesso do Representante Legal ao Portal Operadoras

 

 

Fonte: ANS

 

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O Impasse da Tributação na Saúde

O presidente da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial (SBPC/ML) 
Claudia Cohn – presidente da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (ABRAMED)
Francisco Balestrin – presidente da Associação Nacional dos Hospitais Privados (ANAHP)
Reinaldo Scheibe – presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (ABRAMGE)
Yussif Ali Mere Junior – presidente da Federação e dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (FEHOESP)

A reforma tributária é um dos temas mais debatidos no cenário político e econômico brasileiro. Apesar de haver consenso sobre a sua importância, não há concordância sobre como fazê-la, em especial porque, cada mudança pode implicar em aumentar ainda mais a já elevada carga tributária do país. Aliás, sem priorizar a solução dos problemas de gastos, hoje concentrados nos custos do sistema previdenciário e no gigantismo do Estado, a tendência de qualquer mudança tributária buscar mais arrecadação sobre a sociedade é ainda mais verdadeira.

Apesar de desejadas, as mudanças podem trazer ainda outros problemas, em especial se a alteração afetar os preços relativos na economia. Isso ocorre na medida em que propostas de simplificação, ao desconsiderar as especificidades de cada setor, geram aumento de impostos para alguns e (prometem…) redução para outros, alterando preços e distorcendo decisões econômicas sobre a alocação de recursos.

Nesse sentido, está em pauta a ideia de iniciar as mudanças pela reforma da cobrança do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). Atualmente a regra de cobrança prevê dois regimes gerais: o cumulativo (3,65% da receita operacional bruta) e o não cumulativo (9,25% da receita, deduzidas despesas), além de outras regras de exceção para setores específicos, inclusive para a Saúde. A intenção, segundo informações publicadas na imprensa, é “simplificar”, eliminando as diversas possibilidades de cobrança e priorizando o regime não cumulativo.

Tanto o PIS quanto a COFINS oneram todo o setor de prestação de serviços de saúde no Brasil, incluído neste segmento: os planos de saúde, os hospitais, os laboratórios, as clínicas e todas as demais atividades envolvidas nesta cadeia. A arrecadação proveniente de empresas que prestam serviços de atenção à saúde alcançou R$ 2,6 bilhões em 2015, registrando crescimento de 17,8% nos últimos três anos – o que é um contrassenso, uma vez que, o período foi marcado pelo início da crise econômica que resultou no recuo de 3,8% do PIB em 2015.

O tributo também onera todas as demais atividades que prestam serviços às empresas de saúde, como, por exemplo: segurança, limpeza, lavanderia, transportes, entre outros. Assim sendo, a amplitude do PIS e da COFINS em todas as atividades é indicativo do aumento de carga que deverá advir das mudanças em discussão sobre o modelo das contribuições.

Sobrecarregar ainda mais a saúde privada, que é um setor que, na prática, desonera o Estado, não é uma medida racional. As consequências de mais aumento de impostos no setor são lógicas: aumento de custos ao consumidor e da capacidade de investimentos do sistema privado; redução de usuários privados; menos empregos para os trabalhadores da Saúde; migração para o setor público; maior pressão e aumento de custos sobre o sistema público; piora geral no atendimento de Saúde no Brasil.

Além do mais, é sabido que a estrutura tributária brasileira é demasiadamente complexa. Para administrá-la as empresas ampliam as áreas fiscais, aumentando também o custo da operação. Segundo o relatório Compliance tributário no Brasil, publicado por uma consultoria internacional, o custo médio da área fiscal interna de uma empresa chega a consumir 1,7% do faturamento para empresas de pequeno porte, que têm receita anual de até R$ 27,9 milhões, e 0,1% para companhias de grande porte (faturamento superior a R$ 1,6 bilhão). Ao inserir os “débitos e créditos” do regime não cumulativo, ao invés de simplificar, teremos um aumento da complexidade para centenas de milhares de empresas.

O setor de saúde traz esses alertas visando contribuir para qualificar o debate sobre o tema, de forma aos poderes Executivo e Legislativo, ouvindo a sociedade, endereçarem as soluções mais adequadas para racionalização do sistema tributário, que certamente não passam por aumento de impostos sobre os setores que mais empregam.

Fonte: abramge

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Empresa conquista o mercado com soluções para minimizar burocracia fiscal

Oferecendo aplicações para simplificar rotina do setor contábil e fiscal, SIEG registrou crescimento de 100% em 2016 e projeta 200% para 2017

iStock

Uma das principais dificuldades mencionadas pelos empresários brasileiros na gestão de seus negócios diz respeito às obrigações contábeis e fiscais. Não à toa, de acordo com o Índice de Complexidade Financeira de 2017, realizado pela TMF Group, o Brasil ocupa o segundo lugar na lista dos 94 países com maior complexidade fiscal do mundo, atrás apenas da Turquia.

Para suplantar os empecilhos no momento de manter as contas e os tributos em dia, empresas de diversos segmentos e tamanhos têm buscado na tecnologia uma alternativa sustentável para essa demanda. É nesse Mercado que aposta a SIEG, companhia que já acumula mais de 35.000 clientes espalhados pelo Brasil, entre eles multinacionais como Samsung, Mosanto, Carl-Zeiss, Bombardier e Camargo Corrêa.

A SIEG surgiu a partir da ideia de fornecer soluções inteligentes capazes de facilitar a rotina administrativa. Inovadores, seus softwares e aplicativos têm implantação e uso simples e permitem emitir, baixar e gerenciar notas fiscais da maneira mais segura e prática possível, com armazenamento em nuvem independente, além de disponibilizarem um sistema inédito de integração de apontamentos da folha de pagamento.

“A complexidade fiscal do país obriga as empresas a se esforçarem duramente para cumprir todas as normas. O foco da nossa atuação é oferecer as ferramentas adequadas para suprir as necessidades do empresariado através da tecnologia, que é o melhor meio de sobreviver à burocracia”, afirma Henrique Carmellino Filho, gerente comercial da companhia, criada em sociedade com o pai e o irmão, respectivamente Henrique e Gustavo Carmellino – e outros dois sócios, Flavio Correia e Wellington Barbosa.

Fundada há nove anos em Recife, a SIEG cresceu rapidamente e hoje também tem sedes em São Paulo e Rio de Janeiro, com uma base em Minas Gerais planejada para inauguração até outubro, além de dezenas de revendedores exclusivos em vários outros estados, como Paraná, Mato Grosso, Goiás e Espírito Santo. Tendo crescido 100% em 2016, a companhia projeta um crescimento de 200% para este ano e pretende seguir expandindo os negócios. “Só neste mês de agosto já tivemos 300 novos clientes e, com novas sedes e novos revendedores, esperamos manter o ritmo de crescimento acelerado”, adianta Filho.

Os serviços

Carro-chefe da marca, o NF-e SIEG foi idealizado para acabar com as dores de cabeça sofridas no controle de notas fiscais. O aplicativo permite que o cliente baixe os XML’s de forma automática, capturando todas as NF-es, NFC-es, CT-es e arquivos SAT, o que torna a transmissão SPED altamente dinâmica e eficaz e poupa o trabalho do contador.

Integrado ao NF-e SIEG, o Cofre desenvolvido pela empresa complementa esse serviço com o armazenamento inteligente na nuvem. Hospedado no maior data center do mundo, o AWS Amazon, em ambiente independente do sistema contábil, o Cofre garante a segurança dos arquivos, que também passam por backups regulares. Os gestores ganham, com ele, um gerenciador de XML’s eficiente, que possibilita flexibilidade e facilidade na pesquisa de qualquer tipo de documento e ainda fornece relatórios exclusivos.

Esse sistema pode ser otimizado com a utilização do Emissor SIEG, que transforma a emissão de notas fiscais em um procedimento simples e ágil. Através de uma plataforma de interface amigável, sem precisar instalar nada, o administrador pode emitir de onde estiver, até mesmo do celular. O processo se torna ainda mais eficiente graças à ferramenta de parametrização, criada com o intuito de evitar erros no preenchimento.

“Trata-se do único sistema disponível no mercado capaz de emitir, armazenar e organizar as notas fiscais contra o CNPJ sem manifestação”, detalha o gerente comercial.

Outra inovação de grande utilidade trazida pela empresa é a Folha SIEG, o primeiro sistema de integração de apontamentos da folha de pagamento do mercado. Voltado exclusivamente para escritórios de contabilidade, o mecanismo automatiza a elaboração da folha de pagamento, eliminando a digitação do departamento pessoal e os recorrentes erros cometidos nesse processo.

Fonte: administradores

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Como a logística hospitalar pode auxiliar na gestão do serviço de saúde

O processo de monitoramento de medicamentos pode ajudar a promover uma assistência à saúde mais segura, com menos eventos adversos ligados ao erro de medicação

A logística hospitalar é essencial para dois aspectos importantes de qualquer serviço de saúde. A primeira é a segurança do paciente, garantindo que ele receba melhor assistência médica em diversos níveis de seu atendimento. A segunda é a sustentabilidade e economia para os serviços e instituições, sempre por meio de processos bem mapeados de ponta a ponta, controlando e reduzindo custos, evitando desperdícios e, consequentemente, também aumentando receita.

“A logística garante a segurança através da rastreabilidade de todos os insumos e medicamentos, do recebimento à administração ao paciente, garantindo que ele os receba na dosagem, na hora e pela via certa. Eventos do tipo “dose máxima diária”, “dose máxima mês”, “terapia duplicada”, “interações medicamentosas” são alguns exemplos que podem ser evitados por um processo logístico eficiente”, comenta Mayuli Fonseca, Diretora de Novos Negócios da UniHealth Logística Hospitalar.

O passo a passo do processo de monitoramento nos hospitais brasileiros – do centro de distribuição, passando pelas unidades de saúde e chegando à administração de medicamentos de aos pacientes – pode, portanto, fazer a diferença na assistência segura. “Nosso processo de monitoramento é realizado através de leitura de código de barras a cada etapa do processo logístico, que se inicia no recebimento do produto, no qual recebe um primeiro código de barras, e passa por todos os processos readequação dos produtos até o consumo final pelo paciente” diz Mayuli.

“A capacidade do nosso software de atribuir código de barras, desde caixas até miligramas, possibilita monitorar cada etapa de cada processo realizado nos medicamentos, desde o recebimento no centro de distribuição, armazenagem randômica com dupla checagem, fracionamento, unidose, dispensação ao paciente, administração ao paciente e devoluções”, complementa.

Segundo a diretora da UniHealth Logística Hospitalar, as tecnologias utilizadas para garantir essa logística segura são um software, código de barras serializado, equipamentos de mobilidade (PDAs), robôs de separação de produtos e de montagem de prescrição, RFID e dispensários eletrônicos.

Customização às necessidades
Alguns medicamentos, como os de alto custo, oncológicos e controlados, necessitam de atenção especial, como a temperatura controlada. Com isso, na logística hospitalar, cada tipo de produto tem uma metodologia customizada.

Por exemplo, os produtos de alto custo podem ser controlados por RFID, código de barras serial e controle de acesso aos locais de armazenagem, dependendo da necessidade do cliente. Os oncológicos são controlados com restrição de acesso e dispensação unitária a paciente, enquanto os produtos de temperatura controlada são gerenciados em câmaras frias com acondicionamento em caixas próprias de transporte para manutenção da temperatura.

Dispensação serializada 
A dispensação serializada de medicamentos garante segurança da administração do medicamento beira-leito. “A serialização vincula cada unidade do medicamento a um paciente especifico quando é realizada a dispensação do produto. No momento da administração, quando é realizada a leitura para confirmação da utilização desse produto no paciente, se o produto não estiver vinculado a esse paciente, será gerado um alerta de erro de administração em tempo real, evitando que o medicamento errado seja dispensado ao paciente”, informa Mayuli.

Menos erros de medicação
A relevância de um serviço de inteligência em logística hospitalar é essencial para evitar erros de medicação. “Sem rastreabilidade é impossível impedir erros de administração e até mesmo medir deste tipo”, comenta Mayuli.

Isso significa que a inteligência logística significa ser capaz de monitorar de forma automatizada todos os movimentos da cadeia para garantir que o fluxo de informação e de produtos siga de maneira paralela e assertiva em todas em todo o seu caminho, sobrepondo a possíveis falhas humanas em etapas como armazenagem, dispensação e administração.

Fonte: segurancadopaciente

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MINISTÉRIO DA SAÚDE DIZ QUE PLANO POPULAR JÁ PODE SER VENDIDO

Os planos de saúde acessíveis, mais baratos e com uma cobertura mais restrita, já podem ser vendidos, segundo o Ministério da Saúde. Esse foi o entendimento da pasta ao analisar o relatório divulgado pela Agência Nacional de Saúde (ANS) sobre planos de saúde populares.

No documento, a agência afirma que grande parte das sugestões encaminhadas “já ocorrem no Mercado” como a cobrança de participação em exames e consultas, exigência de passar primeiro em clínicos antes de consultar especialistas e segunda opinião médica. O ministério diz, ainda, que é “livre escolha do consumidor optar pela adesão” O plano acessível é bandeira do ministro Ricardo Barros.

Consultada, a ANS disse que o “relatório é um documento descritivo, não há um produto resultante desse trabalho”.

Na nota, informa que, “como aponta o relatório, há diversas medidas que já são possíveis de acordo com a legislação vigente.” Para a médica Lígia Bahia, professora da UFRJ e membro da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), está na hora de a agência dizer se é contra ou a favor do plano popular: Ao se posicionar, a agência estará falando também sobre a sua própria existência, pois o plano desregula o setor. E se não tem regulação, para que a ANS? Esse é um plano que atende aos interesses das operadoras e não à necessidade do consumidor.

Propõe que a cobertura se restrinja à oferta de serviços locais. Estamos voltando para antes de 1998, quando ainda não havia a lei que impôs regras para o setor.

Apesar de admitir que o relatório dá um aceno positivo aos planos acessíveis, a FenaSaúde – que representa as maiores seguradoras do setor – considera que ainda não é possível falar em lançamento do produto no mercado. A entidade quer regulação específica, que deixe claro as normas do novo produto.

– Há algumas regulamentações espalhadas que já são adequadas ao que se pretende do plano popular. Mas é preciso regra específica para dar maior transparência quanto às regras.

Isso é importante para dar segurança às operadoras e ao consumidor e reduzir a judicialização.

Os juizes muitas vezes alegam que a regra não ficou clara para o usuário – afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da federação.

A Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) – que representa grandes operadoras – disse em nota considerar positiva a iniciativa do Ministério da Saúde avaliar novos produtos que “atendam à necessidade de atenção à saúde do brasileiro.” E destacou que “independentemente de como avançarem as tratativas sobre os planos acessíveis’,’ os demais produtos continuarão a ser oferecidos.

Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a ANS optou por dizer que sugestões já são praticadas.

-A ANS optou pelo caminho do “já estamos fazendo isso” como na cobrança de participação e junta médica, ou então, indicando que parte das sugestões já existia no mercado. Há uma exceção positiva: a agência reconheceu que o reajuste por planilhas de custos (proposto para o produto) transfere o risco do negócio para o consumidor – avalia Ana Carolina Navarrete, do Idec.

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Fluxo de informação eficiente é chave de sucesso na medicina hospitalar

Saiba o que o Chief Strategy Officer na IPC Healthcare, Ron Greeno, pensa sobre os desafios da atuação do médico hospitalista

Um dos pioneiros em medicina hospitalar nos Estados Unidos, Ron Greeno, da IPC Healthcare, acredita que a boa comunicação entre médicos hospitalistas e particulares é o segredo do sucesso da medicina hospitalar. Confira, a seguir, a entrevista exclusiva que ele concedeu ao IBSP.

Ron Greeno

IBSP – Quais os maiores desafios que um médico hospitalista encontra em seu dia a dia de trabalho?
Ron Greeno – Um dos problemas enfrentados pelo modelo hospitalista é continuidade no tratamento. Em vez de o paciente ter seu médico pessoal cuidando dele, alguém que já o conhece e trata, este paciente agora está sob os cuidados de um hospitalista. Então, temos de conseguir receber informação do médico do paciente (o que o acompanha em consultório) e também, quando o doente deixa o hospital, temos de devolver os detalhes acerca do tratamento realizado e programar sua continuidade junto ao médico particular, fornecendo toda a informação para ele.

IBSP – Então, a falta de continuidade no tratamento é o ponto-chave?
Ron Greeno – A falta de continuidade no modelo é um problema em potencial se não for gerenciado corretamente. Nem todo programa é igual em todos os hospitais, mas os bons conseguiriam desenvolver estratégias de comunicação que permitiram superar esta questão. O fluxo de informação é o principal ponto.

IBSP – Como o paciente se beneficia com a presença de um médico hospitalista?
Ron Greeno – Bem, eles estão lá. Um médico presente versus um médico não presente é uma grande diferença. Eles não só estão lá o dia todo, como têm colegas a noite toda. Não sei como acontece no Brasil, mas, 50 anos atrás nos Estados Unidos não havia médicos nos prontos-socorros. Você entrava na emergência e tinha uma enfermeira, que perguntaria qual era o problema, examinaria você, verificaria a temperatura e sinais vitais, e então ligaria para o seu médico, que sairia de casa ou do consultório para ir até lá.

Alguém teve a ideia de que esta não era uma boa maneira de lidar com emergências. Eles disseram “por que não pegamos alguns médicos e colocamos na emergência 24 horas por dia, trabalhando em turnos, e façamos com que estejam lá quando o paciente chega?”. Afinal de contas, é uma emergência. Então, foi assim que a medicina de emergência surgiu como especialidade.

Com a Medicina Hospitalar foi a mesma coisa. Então, basicamente colocando médicos 24 horas por dia no lugar em que os pacientes mais doentes estão, ou seja, no hospital. No passado, havia muitos hospitais que não tinham um médico no turno da noite. Você tinha centenas de pacientes doentes, e nenhum médico. Não faz muito sentido, não é mesmo?

Fonte: segurancadopaciente

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Irma perde força e vira tempestade tropical

O furacão Irma perdeu força e se transformou na manhã desta segunda-feira (11) em tempestade tropical, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês). Após devastar ilhas do Cabribe, o furacão se dirigia para a região de Tampa, na Flórida. A tormenta matou 4 até agora em território americano.

Irma, que chegou a ser um furacão de categoria 5, a mais alta da escala Saffir-Simpson, foi reduzido no domingo (10) à categoria 3, com ventos de 195 km/h, e às 18 horas (horário de Brasília) para a categoria 2. A previsão do NHC é que ele se torne uma depressão tropical (ciclone com velocidade máxima do vento de 62 km/h) na terça (12) à tarde, segundo a Reuters.

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‘Prévia’ do PIB do Banco Central registra alta de 0,41% em julho

A economia brasileira continuou a acelerar em julho, no início do terceiro trimestre deste ano, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (14) pelo Banco Central.

O chamado Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), teve alta de 0,41% em julho, na comparação com junho. O resultado foi calculado após ajuste sazonal (uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes).

O IBC-Br foi criado para tentar antecipar o resultado do produto Interno Bruto (PIB), que é divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB.

O cálculo dos dois é um pouco diferente – o índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.

De acordo com informações da autoridade monetária, julho foi o segundo mês seguido de expansão do indicador de atividade. O IBC-Br registrou crescimento em cinco dos sete primeiros meses deste ano. Houve alta em janeiro (+0,52%), fevereiro (+1,44%) e abril (+0,19%), junho (+0,55%) e julho (+0,41%), mas recuo em março (-0,41%) e maio deste ano, quando caiu 0,28%.

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,6%, mas registrou alta nos três primeiros meses deste ano (+1%) e também no segundo trimestre (+0,2%).

O governo estima atualmente que a economia brasileira vai registrar crescimento de 0,5% em 2017, mas já avalia a possibilidade de elevar essa previsão diante dos últimos resultados da economia. Para o Mercado financeiro, a expectativa é de uma alta da ordem de 0,6% para a economia neste ano.

De acordo com o BC, contra julho de 2016, o IBC-Br registrou alta de 1,41%. Neste caso, a comparação foi feita sem ajuste sazonal – pois considera períodos iguais. Com ajuste sazonal, o crescimento do nível de atividade foi de 1,48%.

Os números do BC mostram ainda que, nos sete primeiros meses deste ano, o indicador do nível de atividade registrou uma alta de 0,14%, também sem o ajuste sazonal. Com o ajuste, o aumento foi de 0,31%.

No acumulado em 12 meses até julho, porém, a prévia do PIB (indicador dessazonalizado) do Banco Central registrou queda de 1,37% (sem ajuste, a queda é de 1,44%).

O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária. Atualmente, a taxa Selic está em 8,25% ao ano e a estimativa do mercado é de que recue para 7% ao ano no fim de 2017.

Pelo sistema que vigora no Brasil, o BC precisa ajustar os juros para atingir as metas preestabelecidas de inflação. Quanto maiores as taxas, menos pessoas e empresas ficam dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços baixem ou fiquem estáveis.

Para 2017 e 2018, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA, considerado a inflação oficial do país e medida pelo IBGE, pode ficar entre 3% e 6%, sem que a meta seja formalmente descumprida.

Fonte: g1

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Seleção natural está combatendo Alzheimer e tabagismo

A seleção natural não para nunca – e parece que está tentando dar um jeito em dois dos maiores problemas de saúde da humanidade.

Caucasian old man smoking a cigarette (Juanmonina/iStock)

Na escola você aprende que humanos, cachorros e macacos são do jeito que são por causa de da seleção natural, teoria publicada por Charles Darwin em 1859.

Pausa rápida para revisar: às vezes um animal nasce com uma modificação genética. E essa modificação, sem querer, acaba sendo vantajosa para ele. É como se o patinho feio, que é preto, passasse a usar sua cor única para se camuflar nas águas de um rio escuro – e conseguisse, assim, se esconder de predadores com mais facilidade que seus irmãos. Graças a isso, ele vai viver mais tempo e se reproduzir mais, passando esses genes para frente. Com o tempo, a parcela de patos pretos na população aumentará muito. E foi assim, modificação por modificação, ao longo de milhões de anos, que todos os seres vivos que existem chegaram à forma que têm hoje.

Acontece que essa forma não é fixa, e que a seleção natural não parou. Ela continua acontecendo o tempo todo, com todos as espécies – inclusive a nossa.

Por meio da análise de 8 milhões de mutações no DNA de 215 mil seres humanos, a equipe do biólogo Hakhamanesh Mostafavi, da Universidade de Columbia, concluiu que, aos pouquinhos, a seleção natural está apagando do nosso DNA os genes que causam a doença de Alzheimer e os que aumentam a propensão ao tabagismo.

O primeiro impulso seria explicar esse fenômeno à maneira clássica – a do patinho feio: pessoas que fumam mais vivem menos e têm mais problemas de saúde, o que diminui suas chances de ter filhos. Pessoas que não têm predisposição ao vício, por outro lado, tendem a ser mais saudáveis e viver mais.

Mas isso não é bem verdade no mundo contemporâneo, em que pessoas só morrem por causa do cigarro muito depois do fim da idade reprodutiva ideal. Dá tempo de ter muitos filhos e distribuir seus genes a rodo antes de acabar com os próprios pulmões.

Nesse caso, explica o artigo científico, a seleção natural poderia usar artifícios mais sutis para atuar. O mais convincente deles é a hipótese da vovó. De acordo com ela, as fêmeas humanas (e de outros animais, como as baleias) passaram a viver longos períodos após a menopausa porque a seleção natural percebeu que avós vivas ajudam a criar os netos – o que aumenta as chances de sobrevivência de quem está duas gerações à frente.

O oposto também é verdadeiro: um neto que perdeu os avós por causa do tabagismo ou do Alzheimer teria menos gente para criá-lo e protegê-lo, e isso diminuiria, ainda que em um um nível estatístico muito difícil de perceber na prática, suas chances de sobrevivência.

É claro que há muito especulação aí. Mostafavi explicou à Nature que as análises feitas por sua equipe levaram em consideração apenas pessoas que estão vivas neste exato momento. “Se uma variante genética influencia na sobrevivência, sua frequência deve mudar de acordo com a idade dos indivíduos vivos”.

Em outras palavras, o estudo não tem como abarcar mais do que as três gerações que separam um bisneto de sua bisavó – o que é um piscar de olhos para a evolução, bem menos que o suficiente para causar uma mudança notável e homogênea nos 7 bilhões de seres humanos do planeta. Há o risco de que a queda no número de genes associados a Alzheimer e tabagismo entre as pessoas vivas em 2017 seja só uma flutuação momentânea, um ponto fora da curva. O ideal, é claro, seria selecionar milhares de famílias e seguí-las por gerações à fio – algo inviável na prática.

Fonte: super

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